Cantinho que visa, dar asas à minha imaginação e deixar que meu ser se apresente em liberdade de expressão... Que me seja permitido sonhar, imaginar, fantasiar, de forma a tornar a vida mais mágica... Quero escrever sem amarras...de todas as formas possiveis... Bem haja quem quiser acompanhar meu percurso, de aprendiz.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Relax Music Chill-out-PROJECTOSYAROM-REFLEXOS ALBUM
Musica composta por meu amigo Paulo Syaron, que me pediu fotografias para compilar este vídeo.
domingo, 23 de junho de 2013
Noite fria
Noite fria, noite gélida,
Noite, companheira amiga!
Em teu manto de penumbra me cubro,
Procuro esquecer o novo dia…
Na tua sombra me escondo,
Carpindo uma mágoa antiga.
Escutas meus lamentos,
Lês, como ninguém, meus pensamentos,
E nada dizes…
Porque feita de mistério, minha dor entendes,
Meu sonho desfeito compreendes …
Calada, cúmplice de meu segredo, segues-me,
Embalas-me em silêncio,
Fazes-me acreditar que posso caminhar,
Sem culpa, sem medo, porque tudo vais guardar,
E todo será votado ao esquecimento
Quando o novo dia raiar…
Alcina Moreira
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Depressão
Sinto-me triste, deprimida…
Uma nostalgia parece ensombrar meu dia,
Mergulho na escuridão da minha depressão,
Deixo que a dor escorra de meu coração,
A mágoa cola-se a ela numa triste melodia.
Não consigo escapulir a uma saudade que me asfixia.
Deixo-me cair, com os pensamentos em turbilhão…
Cansada, exausta de procurar o nada, perco a razão.
Meu pensamento transforma-se em sentimento,
E todo este sentir é um real fingimento,
Duma alma sem alento, sem rumo, ao sabor do vento.
Abraço-me, fecho os olhos e procuro aquela lágrima escondida,
Que me ajude a tratar a minha alma ferida…
A lágrima tombou, molhou minha face e secou.
Evaporou-se e deixou-me mais perdida…
Uma nostalgia parece ensombrar meu dia,
Mergulho na escuridão da minha depressão,
Deixo que a dor escorra de meu coração,
A mágoa cola-se a ela numa triste melodia.
Não consigo escapulir a uma saudade que me asfixia.
Deixo-me cair, com os pensamentos em turbilhão…
Cansada, exausta de procurar o nada, perco a razão.
Meu pensamento transforma-se em sentimento,
E todo este sentir é um real fingimento,
Duma alma sem alento, sem rumo, ao sabor do vento.
Abraço-me, fecho os olhos e procuro aquela lágrima escondida,
Que me ajude a tratar a minha alma ferida…
A lágrima tombou, molhou minha face e secou.
Evaporou-se e deixou-me mais perdida…
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Tempo que passas...
O tempo, o tempo é inexorável.
Corre veloz, alheio à nossa vontade.
Passa, deixa marcas…
Dá-nos sofrimento e alegria.
Mergulha-nos em conhecimento e sabedoria.
Depois, olha indiferente a nossa nostalgia…
Em perpetuo devir, desconhece a saudade.
Manda-nos viver o momento,
Porque o passado esqueceu-o,
O futuro é desconhecimento…
Permite-nos a inocência da infância.
Concede o sonho, a utopia,
Na certeza de que tudo finda, um dia…
Persegue-nos com determinação.
E, qual polvo, com seus tentáculos,
Toma posse de nosso coração…
Para, sem emoção, nos deixar na hora certa,
Numa misteriosa e enigmática Estação…
Um Além desconhecido,
Desejado e temido,
Por mim, por ti, por todos nós.
Alcina Moreira
sábado, 1 de junho de 2013
Entardecer
domingo, 5 de maio de 2013
Mulher-Mãe
Parabéns a todas a mães, presentes e ausentes.
Mãe, agora que estás num reino de PAZ, orienta-me como sempre fizeste. Beijos da tua filha e neto.
Mulher-menina , mulher-criança,
Mulher que chora da sua infância.
Alma que ri em profunda tristeza,
Ser forte, na sua fraqueza.
Mulher do campo, mulher da rua,
Alma que grita, que se comove, com vida dura.
Mulher de sentimento profundo,
Ser que amaldiçoa e salva o mundo.
Mulher mãe, amante e amada,
Mulher que sonha mesmo acordada.
Mulher que vela seu filho, na madrugada.
Mulher sofredora, mulher angustiada.
Mulher sedutora, mulher rejeitada,
Mulher que aceita o tudo e o nada.
Alma que se entrega, se deixa possuir,
Mulher que murmura, sem nada sentir.
Mulher venturosa em vida desventurada,
Ser que odeia a verdade disfarçada,
Mulher do Passado, mulher do Presente,
Mulher que o Futuro pressente.
Estrela brilhante na noite sombria,
Projecção de luz, numa alma vazia,
Bálsamo do triste que chora na via,
Preso ao eco do que sentia.
Mulher solitária,
Caminhas na rua, abandonada.
Abraças o Universo, sem pedir nada.
Ergues-te do chão, determinada.
Mulher, fonte de luz,
Mulher que o mundo e o Homem conduz.
Mulher, muito obrigada!
Por tudo o que és…
Aura de esperança, numa vida apagada.
O mundo te agradece e te ergue sua espada.
Alcina Moreira
terça-feira, 9 de abril de 2013
Sentada numa duna
Num silêncio sepulcral
Ouço as ondas do mar
Numa angústia abissal.
Fecho os olhos,
Já não penso.
Deixo escorrer o sentimento,
Numa tempestade de desalento.
Meu ser só sente,
A fúria da natureza
Que em esplendor e beleza
Minha amargura pressente.
Levanto-me e grito ao vento,
Que tua ausência é tormento.
Ele diz-me num eco surdo,
Que minha dor é um absurdo.
Ergo-me inconformada.
Abraço um todo vazio,
Sinto dor e tenho frio
Prossigo minha eterna caminhada.
Levo no pensamento
Aquele eterno momento,
Duma história já passada,
Em que amei e fui amada.
Adeus, meu amor!
Lembra apenas o instante,
Em que fui a tua amante,
E me entreguei com fervor.
Que se faça eternidade
Nossa paixão ardente,
Tornando mais real e pungente,
Esta doce e dolorosa saudade.
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